Home2020-09-01T20:19:04+00:00

Athens - Greece

Greece is the largest port of entry for refugees into Europe: there are nearly 65 000 asylum seekers on Greek territory. In Athens, we finance a flat in the central part of the city and, in partnership with the NGO Holes in the Borders, we also work in two other houses for a total of 18 young people in search of a fair and dignified future.

Rome - Italy

Rome is of a striking social contrast: tourists invade the Coliseum for selfies, while thousands of Africans are sleeping in the streets. Without any kind of help. We financed a house in the central part of the city for homeless sub-Saharan Africans: more than 10 young people have already passed through the project in search of an opportunity on such hostile ground.

Boa Vista – Brazil

Venezuela is facing the worst social crisis in its history: thousands of people are crossing the border into the state of Roraima and settling in Boa Vista, the poorest state in Brazil and without the resources to manage such a large migratory flow. Planeta de TODOS has been there with Portuguese classes, basic health care, and help in building a shelter.

What is our focus?

We decided to help, as a priority, young refugees and male immigrants who are homeless and at risk.

To understand the basic premise of the social projects of Planeta de TODOS, it is necessary to do a quick (and hard) exercise of reflection: from day to night, a war breaks out in your city or you find yourself persecuted for political or religious reasons to the point where you have no other option for survival than to flee your country. Well then. You leave your home, friends, family behind in search of a dignified future in a deserted, unknown terrain in which you do not understand the language, nor the new rules of this society which is far from providing a fair system of welcome and opportunities.

Sim, porque dentro de uma crise humanitária a prioridade é sempre para as famílias, para as crianças, para os idosos. Veja bem: não estamos dizendo que não é correto pensar nestas pessoas, muito pelo contrário. A questão é que existe uma grande lacuna, uma grande omissão por parte do Poder Público e das grandes organizações no que vem a ser o trabalho social oferecido a toda uma geração dos chamados jovens não acompanhados, ou homens solteiros, em geral, na faixa dos 18 a 30 anos. São refugiados e imigrantes em alto grau de vulnerabilidade.

Eles são suscetíveis a problemas de drogas, máfias das mais diversas ou mesmo prostituição como última forma de sobrevivência. Perdem a inocência e não têm qualquer tipo de referência local, alguém que lhe aponte o caminho de uma integração social digna, a busca por um futuro melhor. Nossos coordenadores e voluntários estão há mais de três anos sobre terreno (Grécia, Itália e Brasil) e justamente observaram esta grande "falha do sistema".

É por isso que o Planeta de TODOS, ao menos neste momento, privilegia esta geração com um processo de assistência social. Mais do que o assistencialismo básico - casa, comida e roupa lavada, no jargão - nosso objetivo é a transformação social. É a administração solidária de uma gigantesca crise que só encontra precedentes na Segunda Guerra Mundial. Em um pouco mais de um ano, já ajudamos mais de 100 seres humanos a encontrar uma "luz no fim do túnel", de cerca de 15 nacionalidades distintas. E esperamos fazer mais, com a sua ajuda.

Omar Sall

"Aqui na Itália, quando você inicia seu processo de asilo, a primeira coisa que eles pedem é um endereço. Mas como um imigrante pode ter um endereço se está morando na rua? São tantos negros morando na rua hoje em Roma. Tenho muita sorte de fazer parte desse projeto".

Omar Sall, Senegal
Residente - Roma

Amin Khairul

"O que eu mais gosto nesse projeto é que há uma pressão, não tem essa de ficar dentro de casa. Quando eu cheguei em Atenas, não conseguia me comunicar. Hoje eu já falo bem com todos em inglês. Tomara que se abram outras casas e que outros refugiados tenham essa oportunidade".

Amin Khairul, Myanmar
Residente - Atenas

John Artin

"Além da oportunidade de uma vida melhor e uma perspectiva de um futuro, para mim o projeto foi fundamental pela possibilidade de conviver com diferentes culturas e aprender inglês. Hoje eu posso dizer que sou fluente na língua inglesa e isso é um elemento chave para a minha vida"

John Artin, Afghanistan
Residente - Atenas

Aedy Amado

"Agora tenha a oportunidade de estudar o italiano, aprender não só a falar, mas a escrever bem. Consegui também um curso de informática que me está ajudando muito a conseguir o meu maior sonho: um trabalho com contrato. Também faço voluntariado, ajudando outras pessoas".

Aedy Amado, Gambia
Residente - Roma

Alagie Jallow

"Aqui temos a oportunidade de ir à escola de italiano, estudar de verdade, praticar o voluntariado, viver em harmonia. Com o projeto eu também consegui provar junto ao Ministério de Imigração da Itália que eu quero me integrar e fazer parte dessa sociedade".

Alagie Jallow, Guinea-Bissau
Residente - Roma

Wail Farooq

"A vida de um refugiado na Grécia é muito, mas muito complicada. Aqui eu encontrei luz, um caminho a seguir. Consegui focar nos meus estudos (aulas de inglês e grego) e buscar trabalho com a ajuda de voluntários. É fundamental esse tipo de ajuda para jovens como eu".

Wail Farooq, Pakistan
Residente - Atenas

Empowerment

Stories of residents who have overcome the barrier of social integration within the project

Kazem Ahmadi
Kazem AhmadiAfghanistan
"Este projeto é um trampolim para a vida. Me deu força, coragem para acreditar no meu potencial. São tantas organizações que ajudam refugiados aqui na Europa, mas aqui eu encontrei de verdade gente que acreditou no meu talento". Kazem trabalha hoje como tradutor (Farsi-Inglês) no Conselho Grego para Refugiados, no campo de Eleonas, em Atenas.
Mohanad Ibrahim
Mohanad IbrahimSudan
"Antes minha preocupação era: o que eu vou comer e onde eu vou dormir. Entrar neste projeto me deu a tranquilidade que eu necessitava para organizar minha vida, conseguir meus documentos e buscar sozinho o meu futuro". Mohanad esteve seis meses na casa de Roma e hoje trabalha como comerciante em Birmingham, Inglaterra, Reino Unido.
Basel Battar
Basel BattarSyria
"Eu estava perdido, sem futuro, até encontrar esse grupo. Todos os membros trabalham pela causa, dão oportunidades a todos, como deram para mim. Me ajudaram a buscar trabalho, e hoje tenho minha casa, sou completamente independente". Basel hoje trabalha como mediador cultural no Conselho Dinamarquês para Refugiados, em Larissa (Grécia).

Life stories: reasons I had
to leave everything behind

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